Ser um semideus não é fácil.
Nós sabemos disso, mas será que você sabe?
Não me pergunte como, nem o porque. Só sei que aconteceu.
Eu não queria que fosse desse jeito, mas você sabe como é ser adolescente certo?
Nós precisamos contar para alguém o que acontece com a gente. Os erros, as alegrias, quando você conhece um garoto muito lindo em um museu. E quando esse garoto aponta uma espada para você.
Não é uma coisa tão simples assim.
Ainda mais quando um monstro parecido com um leão salta logo atrás de você. E você fica lá, sem fazer nada. O garoto tem olhos verdes, que te lembram o mar. Cabelos negros, que estão um pouco bagunçados, mas quem consegue manter o cabelo arrumado quando se está lutando contra um monstro?
Num piscar de olhos, o garoto e o "leão" já estão longe. Mas você não esquece a memória.
Até que um dia, um de seus amigos começa a agir de um jeito estranho. Fica olhando para todos os lados, como se vocês estivessem sendo seguidos, como se corressem perigo.
Seu pai também está nervoso, mais do que o normal. Ele fica resmungando pela casa, e você finalmente percebe que alguma coisa está errada.
Olha, se eu fosse você eu parava de ler isso agora. Vá para as outras partes desse blog, leia sobre os "mitos" e sobre os deuses. Finja que eles são lendas, viva a sua vida tranquilamente.
Porque, uma vez que você se torna um semideus, você sempre será um meio sangue.
Se quiser continuar por curiosidade eu bato palmas para você. Eu queria acreditar que isso é apenas ficção, e se você acredita, continue feliz. Eles não vão te achar.
Não diga que eu não te avisei.
Meu nome é Bianca Nolan, moro com meu pai em Washington. desde pequena eu achava que Washington era entediante, que as coisas legais nunca aconteciam por lá. Como eu estava enganada.
Bom, tudo começou a dar errado no ultimo dia de aula.
Até então, eu morava com meu pai, em uma pequena casa. Eu nunca tinha entendido o que aconteceu com a minha mãe, sempre que eu mencionava ela ou fazia perguntas sobre como eles se conheceram, meu pai entrava em seu escritório, para fugir de mim e de minhas perguntas. Acho que as lembranças machucavam ele.
Neveu era meu vizinho há dois anos, mas eu nunca tinha ido na casa dele. Acho que ele tinha vergonha dos pais. Faltava apenas uma semana para as férias e eu estava mais empolgada do que nos verões anteriores. Neveu tinha convencido meu pai a me inscrever em um acampamento de verão.
Esse era o ultimo dia de aula, e só me restava a aula de francês e digamos que eu e o professor não temos um relacionamento amigável. sr. Buttler -sim, senhor manteiga- nunca sorria ou era legal com seus alunos, principalmente comigo. Sei que parece mania de perseguição, mas ele fazia de tudo para me deixar na detenção ou me dar notas baixas.
Neveu tinha me pedido, não, ele tinha me implorado para ficar quieta na ultima aula.
"Vamos Bianca, é a ultima do ano! Ano que vem você não vai mais ter aulas com ele" ele disse, mancando daquele seu jeito usual .
"Eu me comporto se ele se comportar" entrei na sala e Neveu não teve tempo para me responder, pois o sr. Buttler nos olhava com uma cara nada boa.
Nós sabemos disso, mas será que você sabe?
Não me pergunte como, nem o porque. Só sei que aconteceu.
Eu não queria que fosse desse jeito, mas você sabe como é ser adolescente certo?
Nós precisamos contar para alguém o que acontece com a gente. Os erros, as alegrias, quando você conhece um garoto muito lindo em um museu. E quando esse garoto aponta uma espada para você.
Não é uma coisa tão simples assim.
Ainda mais quando um monstro parecido com um leão salta logo atrás de você. E você fica lá, sem fazer nada. O garoto tem olhos verdes, que te lembram o mar. Cabelos negros, que estão um pouco bagunçados, mas quem consegue manter o cabelo arrumado quando se está lutando contra um monstro?
Num piscar de olhos, o garoto e o "leão" já estão longe. Mas você não esquece a memória.
Até que um dia, um de seus amigos começa a agir de um jeito estranho. Fica olhando para todos os lados, como se vocês estivessem sendo seguidos, como se corressem perigo.
Seu pai também está nervoso, mais do que o normal. Ele fica resmungando pela casa, e você finalmente percebe que alguma coisa está errada.
Olha, se eu fosse você eu parava de ler isso agora. Vá para as outras partes desse blog, leia sobre os "mitos" e sobre os deuses. Finja que eles são lendas, viva a sua vida tranquilamente.
Porque, uma vez que você se torna um semideus, você sempre será um meio sangue.
Se quiser continuar por curiosidade eu bato palmas para você. Eu queria acreditar que isso é apenas ficção, e se você acredita, continue feliz. Eles não vão te achar.
Não diga que eu não te avisei.
Meu nome é Bianca Nolan, moro com meu pai em Washington. desde pequena eu achava que Washington era entediante, que as coisas legais nunca aconteciam por lá. Como eu estava enganada.
Bom, tudo começou a dar errado no ultimo dia de aula.
Até então, eu morava com meu pai, em uma pequena casa. Eu nunca tinha entendido o que aconteceu com a minha mãe, sempre que eu mencionava ela ou fazia perguntas sobre como eles se conheceram, meu pai entrava em seu escritório, para fugir de mim e de minhas perguntas. Acho que as lembranças machucavam ele.
Neveu era meu vizinho há dois anos, mas eu nunca tinha ido na casa dele. Acho que ele tinha vergonha dos pais. Faltava apenas uma semana para as férias e eu estava mais empolgada do que nos verões anteriores. Neveu tinha convencido meu pai a me inscrever em um acampamento de verão.
Esse era o ultimo dia de aula, e só me restava a aula de francês e digamos que eu e o professor não temos um relacionamento amigável. sr. Buttler -sim, senhor manteiga- nunca sorria ou era legal com seus alunos, principalmente comigo. Sei que parece mania de perseguição, mas ele fazia de tudo para me deixar na detenção ou me dar notas baixas.
Neveu tinha me pedido, não, ele tinha me implorado para ficar quieta na ultima aula.
"Vamos Bianca, é a ultima do ano! Ano que vem você não vai mais ter aulas com ele" ele disse, mancando daquele seu jeito usual .
"Eu me comporto se ele se comportar" entrei na sala e Neveu não teve tempo para me responder, pois o sr. Buttler nos olhava com uma cara nada boa.
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